PIME- Pontifício Instituto das Missões
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Missionários  
 



Quatro trajetorias: Um só espírito

Neste ano, dos oito novos missionários do Pime a serviço da Igreja além-fronteiras, quatro são brasileiros. Com eles, a história da própria vocação




    A Graça de Deus e o apoio dos amigos
    Rogério Santana

Minha história vocacional se inicia no tempo em que a família morava em frente de um asilo. Lá, as irmãs da congregação Servas da Caridade, auxiliadas por alguns funcionários, zelavam pelos idosos internados na instituição. Aquilo sempre me chamava a atenção. Houve, na minha cidade, a ordenação episcopal do primeiro missionário brasileiro, dom Pedro Zilli, e sua destinação a Guiné-Bissau, na África. No seu final, estava perturbado: sentia que meu caminho não poderia ser outro que o da Missão. Martelava-me uma frase dita por um missionário: "A coca-cola é mais conhecida que Jesus Cristo!". Agora,  aqui vivo as expectativas de um dos momentos mais importantes da minha vida: a ordenação sacerdotal como padre missionário do Pime, com a Graça de Deus e o apoio dos amigos.

Os "culpados" pela minha vocação


Marcelo Farias dos Santos

Os principais "culpados" pela minha vocação foram os pais. São fantásticos, mas, se me perguntarem "o que eles fizeram de tão especial", a resposta é: "Nada!". No entanto, foram importantíssimos, pois, desde o berço, recebi deles uma forte educação humana e cristã. Eles foram os primeiros a me anunciar o evangelho e a pessoa de Jesus. Assim, tornaram-se instrumentos do Senhor na minha vida.

Uma resposta positiva e fiel a Deus

Marcos Jonatas

No dia 3 de outubro de 2009, às nove da manhã pelo horário italiano, estávamos iniciando, na catedral de Milão, a Missa que ficaria para sempre marcada na minha vida. Naquela celebração, fui ordenado diácono pelas mãos do cardeal daquela arquidiocese, dom Dionigi Tettamanzi.
     No dia 24 de julho, fui ordenado sacerdote na cidade paranaense de Ivaté.


Como um grão de trigo

José Estêvão Magro

Nasci em 1980, na cidade de Espera Feliz, zona da mata mineira. Sou o segundo de quatro filhos. Meus pais são pessoas simples e de muita fé. Trabalham na lavoura do café e se dedicam ao serviço da comunidade eclesial de base, sendo presença e liderança. Assim, meus irmãos e eu fomos educados em um ambiente favorável de partilha, de serviço e de fé. Então, despertou-se em mim o desejo de ir à busca de algo mais; algo que me ajudasse a compreender o projeto de Deus para mim. Uma experiência de missão popular no Ceará, acompanhado pelos padres sacramentinos, marcou-me profundamente e senti o apelo a aventurar-me nos caminhos da missão.                                                 

A leitura que me ajudou a discernir
Naquele período, como hoje, Mundo e Missão fazia parte de minha leitura cotidiana. 

Através da revista, acompanhava as emoções de um mundo missionário e fui-me deixando conquistar pela missão além-fronteiras, pelo desejo de encontrar os povos esquecidos pelas sociedades.
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